{"id":3372,"date":"2019-09-19T12:55:00","date_gmt":"2019-09-19T11:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/pauloadriano.pt\/?p=3372"},"modified":"2026-05-21T12:59:16","modified_gmt":"2026-05-21T11:59:16","slug":"nada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/2019\/09\/19\/nada\/","title":{"rendered":"Nada!"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Algures na&nbsp;<em>web<\/em>&nbsp;li uma express\u00e3o interessante que, embora o contexto fosse bastante diferente daquele que nos traz aqui, me levou a uma reflex\u00e3o que quero partilhar convosco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse aforismo era qualquer coisa como: nadar em vez de esbracejar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E trouxe \u00e0 lembran\u00e7a os esfor\u00e7os que a Igreja e os seus atores v\u00e3o fazendo em diversas \u00e1reas da sua atividade, sobretudo nos campos pastorais mais inquietantes. Recordo uma conversa ocorrida na passada sexta-feira num evento promovido por um servi\u00e7o diocesano a que tinham acorrido umas parcas duas dezenas de pessoas, pouco mais. Nela havia algum des\u00e2nimo, porque as expetativas imaginavam a aflu\u00eancia em maior n\u00famero. Tanto trabalho, tanto empenho, tanta gente envolvida, e, depois\u2026 Em boa verdade, \u00e9 sempre uma pena que mais gente n\u00e3o aproveite as boas iniciativas que nascem no interior da Igreja.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando nos lan\u00e7amos num projeto \u00e9 como quando nos lan\u00e7amos \u00e0 \u00e1gua: \u00e9 natural que queiramos chegar ao outro lado da piscina com sucesso. E, na \u00e2nsia de querermos que outros nadem connosco, que sintam como n\u00f3s sentimos o prazer da aventura que decidimos viver, esbracejamos para chamar a aten\u00e7\u00e3o, para mostrar a quem possa ver, que estamos ali, venham acompanhar-nos. E, nesse escabujar, n\u00e3o nos apercebemos que vamos perdendo for\u00e7as, energias que seriam t\u00e3o \u00fateis a desfrutar da \u00e1gua e a chegar ainda mais longe. Bem vistas as coisas, apenas nos arriscamos a que algu\u00e9m mergulhe e force a nossa retirada por imaginar que estamos em dificuldades para nos mantermos \u00e0 superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A serenidade que deveria ser um dos distintivos do crist\u00e3o, \u00e9 tantas vezes substitu\u00edda pela resigna\u00e7\u00e3o. Queremos resultados imediatos e, n\u00e3o os vendo, abandonamos a \u00e1gua. E, se abandonamos a \u00e1gua, mais ningu\u00e9m querer\u00e1 entrar nela por n\u00e3o a achar convidativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Portanto, nademos! Mais tarde ou mais cedo, algu\u00e9m vai aperceber-se:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u2014 Que bem se deve estar ali\u2026 Vou mergulhar tamb\u00e9m.<a href=\"https:\/\/www.leiria-fatima.pt\/author\/pauloadriano\/\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Algures na&nbsp;web&nbsp;li uma express\u00e3o interessante que, embora o contexto fosse bastante diferente daquele que nos traz aqui, me levou a uma reflex\u00e3o que quero partilhar convosco. Esse aforismo era qualquer coisa como: nadar em vez de esbracejar. E trouxe \u00e0 lembran\u00e7a os esfor\u00e7os que a Igreja e os seus atores v\u00e3o fazendo em diversas \u00e1reas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-3372","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao-leiria-fatima"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3372","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3372"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3372\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3373,"href":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3372\/revisions\/3373"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3372"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3372"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pauloadriano.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3372"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}